Oito razões que impedem você de perder a barriguinha

maio 30, 2017


Por Gabriela Amorim e Marina Oliveira
Colaboração para o UOL

O ponteiro da balança até desce, mas perder a barriguinha que é bom, nada. Se você também passa por esse drama, saiba que de fato as células de gordura dessa parte do corpo têm um metabolismo próprio e dependem de outros fatores – além da dieta e exercícios – para serem queimadas. Mas nós fomos descobrir com os especialistas no assunto o que atrapalha tanto a meta da barriga retinha. Veja o que eles levantaram sobre as principais razões (e erros!) que favorecem a tão indesejada pochete.

Fontes consultadas: Andréia Batista e Giane Fátima da Silva, educadoras físicas especializadas em treinamento funcional; Alan Tiago Scaglione, nutricionista especializado em Suplementação Nutricional aplicada ao Exercício pela USP (Universidade de São Paulo) e Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

A idade pesa

Não tem muito como escapar, a partir dos 25 anos, o metabolismo começa a desacelerar: você precisa se esforçar mais para ganhar massa muscular e queimar gordura. Essa redução no ritmo do organismo é contínua e piora ainda mais com a chegada da menopausa nas mulheres ou da andropausa nos homens, que é quando os hormônios ficam desregulados. Para combater os efeitos do tempo, é preciso manter hábitos saudáveis durante toda a vida e não só quando quer emagrecer -, o que significa praticar atividade física regularmente e fazer refeições balanceadas.

As mulheres sofrem mais

As mulheres não conseguem definir o abdômen na mesma velocidade, e nem usando as mesmas técnicas, que os homens. Isso porque elas têm mais facilidade para ganhar gordura e mais dificuldade para perdê-la, em comparação com eles. A causa é hormonal: homens produzem mais testosterona do que as mulheres e, por isso, têm mais massa muscular, o que aumenta a queima de gordura -já que o músculo consome energia, mesmo em repouso. As mulheres também produzem progesterona, que é o hormônio responsável pelos contornos femininos e que manda a gordura para áreas como quadris e seios. Por isso, é importante que a dieta e o treinamento sejam sempre personalizados.

Estresse nas alturas

Em momentos de estresse, o corpo libera o hormônio cortisol, que deixa o organismo em estado de alerta. Nessas situações, ocorre uma diminuição da queima calórica com o objetivo de poupar energia – é o corpo se preparando para enfrentar um possível perigo. Quando o estresse se torna constante, o cortisol em excesso no corpo passa a mover o açúcar concentrado no fígado para a corrente sanguínea. Quando esse açúcar não é queimado, acaba indo parar na barriguinha em forma de gordura.

Não dormir o suficiente

A necessidade de horas de sono diárias varia de uma pessoa para outra. Mas quando você não tem um sono restaurador, fica mais difícil diminuir as medidas da barriga. Durante o sono são produzidos hormônios que favorecem à saciedade, evitando os ataques de gula. Um estudo divulgado em 2013, conduzido pelo Laboratório de Sono e Cronobiologia da Universidade de Colorado Boulder, nos Estados Unidos, mostrou que voluntários que dormiram cinco horas por noite durante uma semana ganharam 900g no período. Isso porque eles beliscavam mais alimentos entre as refeições, especialmente à noite.

Consumir muito produto industrializado

Se a sua lista de supermercado inclui itens como lasanha congelada, embutidos, biscoitos recheados e salgadinhos, é preciso rever os seus hábitos alimentares. Muitos desses itens contêm gorduras trans que, por não serem reconhecidas pelo organismo, não são metabolizadas. Isso provoca o acúmulo de gordura na região abdominal, além de aumentar os níveis de colesterol ruim. Já o sódio presente em todos esses produtos inflama as células do corpo e favorece o inchaço. É quando aparece a barriguinha saliente.

Fazer exercícios sempre na mesma intensidade

Ficar sempre na mesma toada na academia também empaca a queima da gordura da barriga. O treinamento intervalado de alta intensidade, conhecido como HIIT, é defendido pelos profissionais como o mais eficiente para perder os pneuzinhos. Ele consiste em fazer pequenos treinos seguidos, de 5 a 8 minutos, intercalando momentos intensos (quando você não consegue falar, de tão ofegante) com instantes de descanso. Segundo os especialistas, a estratégia ajuda a manter o metabolismo acelerado e gastando energia mesmo horas depois da atividade física.

Fugir do abdominal

Ainda que apenas o fortalecimento do abdômen não deixe a barriga chapada, ele é importante para aumentar o gasto de energia na região. Isso vai evitar o acúmulo de mais células de gordura, que tendem a aparecer nas áreas do corpo que são menos trabalhadas. Abdominais também melhoram a aparência da barriguinha, já que a falta de força dessa musculatura projeta a barriga para a frente. O ideal é unir treinos de força com exercícios aeróbicos (HIIT, caminhada, corrida, pedalada e aula de step, por exemplo).

Comer carboidratos do jeito errado

O valor do índice glicêmico de um alimento diz em quanto tempo ele é digerido pelo corpo e quão rápido o açúcar chega à corrente sanguínea. Quanto mais alto o IG, mais veloz é o processo todo. O problema desse mecanismo é que um jato de açúcar no sangue leva aos picos glicêmicos, que contribuem para o aumento da gordura visceral e alargam a cintura. Em geral, alimentos ricos em carboidratos, como pães, biscoitos e até frutas, são os que têm IG mais alto.

O segredo, então, é não comer o carboidrato isolado, mas acompanhado de uma gordura boa (azeite e castanha-do-pará, por exemplo), de uma proteína magra (como carne, frango ou queijo branco) ou de fibras. Assim, o corpo demora mais para digerir a refeição e o processo de mandar glicose para o sangue fica mais lento. Na prática, em vez de comer um prato de macarrão com molho vermelho apenas, acrescente um pedaço de carne, um fio de azeite e salada crua à refeição. No lanche, consuma uma fruta acompanhada de castanhas, por exemplo.

Imagem: Getty Images

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I Corrida 10 Milhas de Jampa – Fotos e Resultados

dezembro 1, 2016

 

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Cobertura fotográfica em:
http://www.albumdepista.com/

Resultados em:
https://www.zeniteesportes.com/eventos/resultados?p=NQ%3D%3D


Veja 7 dicas para melhorar a sua resistência

outubro 7, 2016

Por Alessandro Luchetti

Aumentar a resistência na corrida de rua é um objetivo comum a atletas de diferentes níveis. Do iniciante ao corredor que busca melhorar sua performance, sentir que o corpo está cada vez mais preparado ajuda a manter a motivação e a tornar a rotina da corrida mais saudável. O professor de educação física Balbino Santos, da Balbino Performance Consultoria Esportiva, dá 7 dicas para melhorar a resistência.

1) Respiração abdominal

Durante a prática da corrida, o corpo costuma mostrar sinais, geralmente representados por dores e desconfortos na região abdominal. Isso indica que a respiração não está sendo eficaz. Ao expirar, os músculos abdominais contraem-se e fornecem maior sustentação do corpo para realizar o movimento. Porém, quando se respira de maneira inadequada, ocorre uma espécie de cãibra no diafragma, causando essas sensações doloridas. Daí a necessidade do treinamento prévio para fortalecimento abdominal do corredor.

2) Correr regularmente

Do ponto de vista fisiológico, os treinos de rodagens longas, ou de manutenção aeróbica, aprimoram a capacidade de absorção do oxigênio pelos músculos, elevando o VO2 máximo (capacidade para captação de oxigênio por minuto) a um novo patamar. Isso permite ao corredor exercitar-se com uma intensidade de esforço mais elevada, durante um tempo maior. Assim o corredor será mais resistente, mas gastando menos energia.

Correndo regularmente, o seu sistema cardiovascular terá maior capacidade no transporte de oxigênio para os músculos. Dessa forma, o seu coração e sua circulação sanguínea estarão submetidos a um esforço menor durante a corrida. Isso pode ser percebido com a redução progressiva da frequência cardíaca, aumentando de forma natural a sua resistência, refletindo em melhora no desempenho esportivo e também nas atividades do dia a dia.

3) Ingestão de carboidratos complexos

Esse tipo de carboidrato tem sua estrutura molecular mais complexa (polissacarídeos), liberando energia aos poucos. Após sua ingestão, há um prolongado e leve aumento nos níveis de glicose na corrente sanguínea. Seja em longos ou em provas, sabe-se que é importante a hidratação correta e a ingestão de carboidratos, substâncias fundamentais para o funcionamento do corpo, principalmente quando se fala em desempenho.

É por conta dessa necessidade que existe o gel de carboidrato, energético disponível em sachê ou pó, recomendado pela praticidade e eficiência durante o esporte que, além de tudo, proporciona recuperação adequada dos músculos.

4) Menos álcool

Talvez um dos maiores desafios aos corredores iniciantes seja cortar o álcool no período de 24 horas que antecede o treino. Mas é necessário tentar, porque as bebidas alcoólicas interferem no sistema metabólico e fisiológico, principalmente interferindo na perda de líquido e na redução dos estoques de carboidratos no organismo, que são essenciais para a elevação da nossa resistência física e fundamentais para o rendimento.

5) Intervalados

O método de treinamento indicado para melhorar a potência aeróbia de corredores em todos os níveis são os treinos fracionados ou intervalados. Nessas formas de trabalho, o corredor deverá percorrer frações do percurso competitivo em um ritmo mais intenso do que aquele que será desenvolvido durante a competição. Os intervalados capacitam o corredor a atingir um condicionamento ideal para a distância competitiva.

Além disso, trazem ao corredor a necessária confiança para enfrentar as dificuldades do percurso, pois ampliam o seu potencial energético e resistência muscular ao exercício físico intenso e de longa duração. Entretanto, os treinos fracionados são de caráter específico e devem ser realizados após uma ótima preparação de base, pois é necessário resistência para se correr com velocidade.

6) Descanso pós-treino

Nosso organismo tem limites que podem ser ampliados pela resposta que ele dá, antes ou após os treinamentos. Muitas vezes a resposta pode chegar meses depois do esforço despendido. Cada atleta é um universo e este universo deve ser respeitado individualmente. O atleta não pode ser comparado a outro. O descanso, além de proporcionar momentos de boa recuperação, faz com que os músculos do corredor se recuperem adequadamente e a cabeça também. Isso influenciará nos treinos futuros, pois o atleta, após o descanso, inicia o próximo treino mais disposto. Assim, o treino rende mais.

7) Alongamento

Relaxar o corpo, ter uma postura correta, melhorar a circulação sanguínea e acabar com dores musculares e até cólicas menstruais. Esses são alguns dos benefícios que, segundo os especialistas, podem ser alcançados com a prática de alongamento, que é composto por uma série de exercícios de movimento estático. Essa prática trabalha a musculatura e a postura corporal na parte cervical, coluna, membros e regiões pélvica, torácica e lombar.

A musculatura se contrai nas atividades que fazemos diariamente ou pela postura incorreta. O alongamento vai justamente relaxar o estresse muscular, causado por um trabalho repetitivo. O corpo, após as diversas atividades do dia, tem a necessidade de passar por uma sessão de relaxamento, o que vai proporcionar o equilíbrio do corpo e da mente.

Fonte: www.ativo.com


XII Aquathlon do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba – Fotos e Resultados

outubro 7, 2016

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Cobertura fotográfica em:
http://www.albumdepista.com/

Resultados em:
http://www.zeniteesportes.com.br/resultados.asp


Circuito Qualidade Caixa 2016 João Pessoa – Fotos e Resultados

setembro 11, 2016

Cobertura fotográfica em:
http://www.albumdepista.com/circuito-qualidade-caixa-2016

Resultados em:
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Sprint Triathlon Sesc PB 2016 – Fotos e Resultados

setembro 10, 2016

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Cobertura fotográfica do evento:

http://www.albumdepista.com/triathlon-sesc-pb–2016

Resultados do evento:


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